Bate papo com Átila dos Santos e Banana

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Publicado em: 29/09/2010

O Draft Brasil teve a oportunidade de conversar com dois interessantes personagens da partida entre Flamengo e Riachuelo, válida pelo Campeonato Estadual do Rio de Janeiro.

De um lado, Átila dos Santos, um baiano que foi cedo para o basquete universitário norte-americano e que está finalmente de volta ao Brasil. Já falando português com certa dificuldade, Átila não jogou a partida, por questões burocráticas. Deve fazer a sua estreia pelo Flamengo na partida contra o Macaé, nesta quarta-feira. Curiosamente, foi a sua última equipe brasileira. De outro lado, está Banana, um jogador que se desdobra entre o basquete de rua e o basquete profissional. No domingo, sagrou-se Campeão Nacional da Liibra. No dia seguinte, estava enfrentando a poderosa equipe do Flamengo. Confira.

Entrevista com Átila dos Santos

Conte-nos um pouquinho sobre a sua carreira. Como você, da Bahia, foi parar no basquete dos EUA?

Eu comecei a jogar em Salvador, depois vim para o Rio de Janeiro como juvenil, jogando pelo Macaé. Depois, acabei recebendo uma proposta de uma faculdade norte-americana e acabei ficando 5 anos nos Estados Unidos.

Quais foram as suas primeiras impressões com o time do Flamengo?

Foram muito boas. Está todo mundo treinando muito bem. Nós tivemos uma boa fase preparatório e a ideia é chegar bem à competição nacional.

E como você foi recebido pelo elenco do Flamengo?

Muito bem. Estou sendo muito apoiado pelos companheiros de equipe.

E sobre o estilo de jogo? Está sendo difícil a adaptação ao basquete brasileiro?

Não. Está sendo tranquilo. Nós temos grandes jogadores individuais, nossa equipe é muito forte. Esses jogos serão muito importantes e não acho que terei problemas para me adaptar.

Entrevista com Banana

Você num dia estava na final da Liibra, torneio de basquete de rua e, no dia seguinte, está aqui jogando basquete profissional. Como é isso?

Pô cara, o basquete de rua acabou sendo uma surpresa para mim chegar a final, porque foi um time novo em que fui jogar (Falcons JPA). Foi muito bom ter conseguido jogar esse campeonato, pois eu também tinha o jogo contra o Flamengo, estava sem treinar. Então, eu consegui jogar lá e aqui contra a equipe que é vice-campeã brasileira, campeã sul-americana. É difícil ganhar deles, mas com todas as nossas deficiências, nossas necessidades, com 6 jogadores conseguimos fazer uma boa quantidade de pontos. Foi um bom jogo.

E como é a adaptação do basquete de rua para o basquete profissional? É complicado?

Não, pois eu na verdade jogo basquete de quadra há mais tempo do que basquete de rua. Então, é mais fácil ir da quadra para o basquete de rua. A pessoa que sai do basquete de rua para ir para o basquete de quadra é que acaba tendo uma dificuldade maior. Há certas violações que são permitidas na rua e que no basquete profissional não são.

E hoje? O que bate mais forte no seu coração? O basquete de rua ou o basquete profissional?

O basquete de rua me proporcionou estar no basquete profissional e eu agradeço muito o basquete de rua, mas a minha paixão é o basquete de quadra e eu dou graças a Deus por estar aqui jogando.

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